quarta-feira, 20 de abril de 2011

Polícia apreende extintores de incêndio irregulares

Equipamentos foram encontrados após operação da PF que recolheu 2,5 mil unidades


A Polícia Civil apreendeu nesta quarta-feira (13) dezenas extintores de incêndio sem condições de uso e uma pick-up com equipamentos irregulares na Rua Gabriel Guardelli, no Jardim Novo Mundo em Valinhos.
A apreensão ocorreu um dia após da operação da Polícia Federal (PF) recolher 2,5 mil extintores em Valinhos. Onze pessoas que são suspeitas de falsificar selos do Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior foram presas.
Operação
A ação foi denominada Olho-de-Boi e os policiais cumpriram 33 mandados de busca e apreensão no Paraná, Santa Catarina, São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia, Goiás e o Distrito Federal. De acordo com informações da PF, as empresas envolvidas no esquema colocavam selos de autenticação do Inmetro em extintores de incêndio, principalmente de veículos, e revendiam os equipamentos como se estivessem recarregados. Há indícios, segundo a assessoria da PF, de que extintores antigos eram fraudados e vendidos como novos.
Fonte: http://eptv.globo.com/noticias/NOT,1,9,344368,Policia+apreende+extintores+de+incendio+irregulares.aspx

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Incêndio

TIPOS DE EXTINTORES DE INCÊNDIO

EXTINTOR DE PÓ QUÍMICO SECO
O agente extintor pode ser o BICARBONATO DE SÓDIO ou de POTÁSSIO que recebem um tratamento para torná-los em absorvente de umidade.O agente propulsor pode ser o GÁS CARBÔNICO ou NITROGÊNIO. O agente extintor forma uma nuvem de pó sobre a chama que visa a exclusão do OXIGÊNIO; posteriormente são acrescidos à nuvem, GÁS CARBÔNICO e o VAPOR DE ÁGUA devido a queima do PÓ.
EXTINTOR DE GÁS CARBÔNICO (CO2)
O GÁS CARBÔNICO é material não condutor de ENERGIA ELÉTRICA. O mesmo atua sobre o FOGO onde este elemento (eletricidade) esta presente. Ao ser acionado o extintor , o gás é liberado formando uma nuvem que ABAFA E RESFRIA. É empregado para extinguir PEQUENOS focos de fogo em líquidos inflamáveis (classe B) e em pequenos equipamentos energizados (classe C).
EXTINTOR DE ÁGUA PRESSURIZADA - PRESSÃO PERMANENTE
Não e provido de cilindro de gás propelente, visto que a água permanece sob pressão dentro do aparelho. Para funcionar, necessita apenas da abertura do registro de passagem do líquido extintor.
EXTINTOR DE ÁGUA – PRESSÃO INJETADA
Fixado na parte externa do aparelho está um pequeno cilindro contendo o gás propelente, cuja a válvula deve ser aberta no ato da utilização do extintor, a fim de pressurizar o ambiente interno do cilindro permitindo o seu funcionamento. O elemento extintor é a água, que atua através do resfriamento da área do material em combustão. O agente propulsor (propelente) é o GÁS CARBÔNICO (CO2)
Fonte: Cipa/Puc-Rio
                   CLASSES DE INCÊNDIOS
Classe A - são materiais de fácil combustão com a propriedade de queimarem em sua superfície e profundidade, e que deixam resíduos, como: tecidos, madeira, papel, fibras, etc.;
Classe B - são considerados os inflamáveis os produtos que queimem somente em sua superfície, não deixando resíduos, como óleo, graxas, vernizes, tintas, gasolina, etc.;
Classe C - quando ocorrem em equipamentos elétricos energizados como motores, transformadores, quadros de distribuição, fios, etc.
Classe D - elementos pirofóricos como magnésio, zircônio, titânio.
              USO DE EXTINTORES PORTÁTEIS 
Tipos de extintores portáteis.
O extintor tipo "Espuma" será usado nos fogos de Classe A e B.  
O extintor tipo "Dióxido de Carbono" será usado, preferencialmente, nos fogos das Classes B e C, embora possa ser usado também nos fogos de Classe A em seu início.
O extintor tipo "Químico Seco" usar-se-á nos fogos das Classes B e C. As unidades de tipo maior de 60 a 150 kg deverão ser montadas sobre rodas. Nos incêndios Classe D, será usado o extintor tipo "Químico Seco", porém o pó químico será especial para cada material.
O extintor tipo "Água Pressurizada", ou "Água-Gás", deve ser usado em fogos Classe A, com capacidade variável entre 10 e 18 litros.
                   CLASSES DE INCÊNDIOS
Classe A - são materiais de fácil combustão com a propriedade de queimarem em sua superfície e profundidade, e que deixam resíduos, como: tecidos, madeira, papel, fibras, etc.;
Classe B - são considerados os inflamáveis os produtos que queimem somente em sua superfície, não deixando resíduos, como óleo, graxas, vernizes, tintas, gasolina, etc.;
Classe C - quando ocorrem em equipamentos elétricos energizados como motores, transformadores, quadros de distribuição, fios, etc.
Classe D - elementos pirofóricos como magnésio, zircônio, titânio.
              USO DE EXTINTORES PORTÁTEIS 
Tipos de extintores portáteis.
O extintor tipo "Espuma" será usado nos fogos de Classe A e B.  
O extintor tipo "Dióxido de Carbono" será usado, preferencialmente, nos fogos das Classes B e C, embora possa ser usado também nos fogos de Classe A em seu início.
O extintor tipo "Químico Seco" usar-se-á nos fogos das Classes B e C. As unidades de tipo maior de 60 a 150 kg deverão ser montadas sobre rodas. Nos incêndios Classe D, será usado o extintor tipo "Químico Seco", porém o pó químico será especial para cada material.
O extintor tipo "Água Pressurizada", ou "Água-Gás", deve ser usado em fogos Classe A, com capacidade variável entre 10 e 18 litros.

Um vilão chamado gás de cozinha

Saiba como prevenir acidentes com GLP e conheça algumas peculiaridades.

O Gás Liqüefeito do Petróleo (GLP) é mais conhecido no Brasil como gás de cozinha por sua ampla utilização em cocção (cozimento) dos alimentos, aquecimento de banho e calefação. Normalmente, é comercializado em botijões no estado líquido, torna-se gasoso à pressão atmosférica e temperatura ambiente na hora de sua utilização em fogão.

É caracterizado por sua grande aplicabilidade como combustível graças à facilidade de armazenamento e transporte, a partir do engarrafamento em vasilhames (botija, botijão, cilindro ou tanque). Por ser um produto inodoro, sofre a adição de um composto à base de enxofre para caracterizar seu cheiro. Dessa forma, é possível detectar eventuais vazamentos.

De que o GLP é composto?Na composição do GLP, a mistura ideal é de 50% de propano + 50% de butano, mas ocorrem variações nessa composição. Se tivermos uma proporção de propano maior do que a de butano, obteremos um GLP rico, com mais pressão e menos peso. Se ocorrer o inverso, teremos um GLP pobre, com mais peso e menos pressão.

Qual a diferença entre o GLP e o gás natural?Gás Liqüefeito do Petróleo (GLP): produto constituído de hidrocarbonetos com três ou quatro átomos de carbono (propano, butano), podendo apresentar-se misturados entre si. Sua produção está essencialmente ligada à de petróleo.
Gás Natural (GN): hidrocarbonetos combustíveis gasosos, essencialmente metano, cuja produção pode ser associada ou não à de petróleo. É normalmente distribuído pelas concessionárias (gás encanado ou canalizado de rua). É o mesmo gás utilizado em veículos, também chamado de GNV ou GMV.

Como o gás natural chega até o consumidor?Por meio de uma rede de distribuição, passando por estradas, ruas e calçadas, até chegar ao consumidor final.

Como é a densidade do GLP?O GLP é mais pesado do que o ar. Sendo assim, sempre que ocorrer um vazamento, dependendo da proporção, uma parte do produto será dissipada na atmosfera; quando as condições de ventilação existentes são insuficientes, a outra parte poderá depositar-se em depressões ou local mais baixo da instalação, principalmente em porões, ralos e manilhas de esgoto.

Como é o botijão por dentro?O gás dentro do recipiente encontra-se no estado líquido e de vapor. Do volume total do recipiente, 85% - no máximo - é de gás em fase líquida e 15% - no mínimo - em fase de vapor. Isso constitui um espaço de segurança que evita a pressão elevada dentro do recipiente. A fase líquida está sempre na parte inferior do botijão. Em função disso, existe na parte superior do vasilhame uma válvula de segurança para saída de gás. Nunca se deve utilizar ou transportar o botijão deitado, pois isso poderá prejudicar o funcionamento do regulador de pressão, que somente funciona na fase gasosa, causando um acidente.

O GLP é perigoso?O GLP e o botijão não oferecem perigo, desde que sejam respeitadas as regras mínimas de segurança. Portanto, saibamos que, como a gasolina, o álcool ou o querosene, o gás de cozinha também pega fogo com facilidade ao
entrar em contato com chama, brasa ou faísca. Se houver um grande vazamento em um ambiente não ventilado, o gás, por ser mais pesado do que o ar, se acumulará a partir do
piso. Assim, qualquer chama ou faísca poderá provocar uma explosão no ambiente e, conseqüentemente, um incêndio. Para garantir sua segurança, é importante saber manusear corretamente os recipientes, seus equipamentos e seguir os procedimentos de segurança em caso de vazamento.

Em que tipo de edifício posso utilizar o GLP em botijões?No Estado do Rio de Janeiro, toda a legislação de segurança contra incêndio é aplicada pelo Corpo de Bombeiros (CBMERJ). Para a aplicação da lei, o CBMERJ observa o disposto no Decreto nº 897, de 21 de setembro de 1976 (Código de Segurança contra Incêndio e Pânico - Coscip), que em seu art. 143 dispõe que o suprimento de GLP a todos os prédios com mais de 5 (cinco) unidades habitacionais ou a
novos prédios com destinação recreativa, hoteleira, comercial ou qualquer outra que estimule ou provoque a concentração de público, bem como às novas edificações situadas dentro do perímetro urbano, só poderá ser feito colocando-se o botijão ou cilindro no pavimento térreo e do lado de fora da edifi cação, em uma central própria para esse fim, construída conforme as normas técnicas vigentes.

Nas instalações para GLP, posso utilizar o gás natural?Sim. Para tanto, a instalação deve estar dimensionada de acordo com as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), NBR 15.526 e NBR 13.103, no que couber.
Quanto aos queimadores dos fogões e aquecedores, estes deverão sofrer adequações ou mesmo ser trocados.

É possível utilizar o gás natural e o GLP simultaneamente?Não, devido à diferença da pressão de trabalho de cada um.

Qualquer residência, condomínio ou estabelecimento pode receber o gás natural? Senão, quais são as restrições?Geralmente, sim. Vai depender de disponibilidade de rede, avaliação técnico-comercial e custos envolvidos. Edifi cações residenciais verticais (prédios) normalmente viabilizam economicamente o investimento inicial. O edifício deverá ter, no mínimo, quatro pavimentos e oito unidades habitacionais, possuir central de gás ou rede interna de distribuição projetada e o consumo mínimo de GLP deverá ser superior a 400 kg/mês.

Onde devo colocar o botijão?Coloque-o sempre em local ventilado para que, em caso de vazamento, não ocorra o acúmulo de gás no ambiente. Para a queima do gás, é consumido o ar do ambiente. A reposição desse ar é realizada pela ventilação do ambiente.

Outras formas de prevenção:
» Não feche o basculante ou a janela enquanto o fogão estiver sendo utilizado;

» Nunca armazene o botijão em local fechado (armário, debaixo da pia, gabinete, porão, vão de escada etc.);

» Nunca coloque o botijão próximo a tomadas ou ralos e grelhas de escoamento de água. A distância mínima recomendável nesses casos é de 1,50 m. Prefira colocar o botijão do lado de fora da residência, em um abrigo construído exclusivamente para ele, fechado por grade ou tela (não use chapa fechada ou veneziana);

» A mangueira nunca pode passar por trás do fogão. O calor danifica o plástico, derretendo e/ou provocando rachaduras e possíveis vazamentos;

» Nunca deixe a instalação de gás nas mãos de pessoas não qualificadas nem permita que curiosos façam qualquer tipo de arranjo ou conserto.

Quando for inevitável passar a tubulação de gás por detrás do fogão, utilize tubo flexível metálico.

Como fazer a troca do botijão ao término do gás?Antes de trocar o botijão, verifi que se todos os queimadores estão desligados. Jamais efetue a troca na presença de chamas, brasas ou faíscas. Feche o registro do gás. Verifique se no local da operação não existe alguma chama (vela, isqueiro, fósforo etc.).

Em seguida, retire o lacre do botijão cheio.

Retire o regulador do botijão vazio e encaixe-o verticalmente sobre a válvula do botijão cheio. Se o regulador for mal-encaixado, poderá danificar o regulador e causar vazamento.

Gire a borboleta para a direita até que fique bem firme. Use apenas as mãos e nunca ferramentas para atarraxar o cone-borboleta sobre a válvula do botijão. O regulador foi projetado para se encaixar perfeitamente ao botijão, não o force com ferramentas.

É natural que escape um pouquinho de gás no momento em que o cone-borboleta pressionar a válvula, antes de estar completamente conectado. A pressão de saída do gás também provocará um pequeno chiado. Ele deve desaparecer assim que o cone-borboleta estiver perfeitamente ajustado à válvula do botijão cheio. Faça o teste de vazamento aplicando água e sabão na conexão da borboleta do regulador com o botijão e na solda existente no meio do botijão. Havendo bolhas, existe vazamento.

O que devo observar no botijão na hora da compra?Ao receber um recipiente, verifi que se ele está em boas condições. Recipientes amassados, enferrujados ou com defeitos devem ser evitados. Verifique se o lacre está intacto. Veja se o nome da empresa gravado no lacre é o mesmo do recipiente. Esteja alerta contra os distribuidores clandestinos - eles não respeitam as normas de segurança, oferecendo riscos aos usuários. Use sempre o regulador de pressão (registro) com a inscrição ABNT NBR 8473 em relevo.

Como evitar acidentes com gás natural?Para evitar acidentes com o gás natural ou qualquer outro gás é importante verificar:

» A existência de vazamentos. Para isso, não utilize fósforos ou velas, use espuma de sabão;

» Não instale equipamentos a gás em local sem ventilação permanente;

» Instale corretamente as chaminés no equipamento de aquecimento;

» Ao se ausentar do imóvel, feche todos os registros do equipamento;

» Não faça ligações sem orientação técnica;

»Na necessidade de modificação de sua instalação interna, solicite orientação técnica.

Em caso de vazamentos, como agir? A quem pedir socorro?Em qualquer tipo de emergência, principalmente envolvendo vazamento de gás, deve-se ligar, imediatamente, para o Corpo de Bombeiros pelo telefone de emergência 193.

Quais os procedimentos em caso de vazamento?» Feche imediatamente o registro de segurança dos aparelhos a gás, interrompendo o fluxo de gás.

» Não ligue nenhum aparelho elétrico, disjuntor, interruptor etc.

» Abra todas as portas para permitir o máximo de ventilação do ambiente.

» Feche a válvula de bloqueio geral de gás da residência.

» Não utilize fósforo, vela ou qualquer outro dispositivo que produza chama ou centelha para localização do vazamento.

» Entre em contato, imediatamente, com o Corpo de Bombeiros pelo telefone de emergência 193.

Importante
Troque o regulador a cada cinco anos ou quando apresentar defeito. Observe sempre a validade do regulador tomando o cuidado de utilizá-lo dentro do prazo. Use a mangueira correta, com uma “malha” transparente e com uma tarja amarela, onde aparecem a inscrição NBR 8613, o prazo de validade e o número do lote.

Fontes:
Site do Corpo de Bombeiros Militar do Rio de Janeiro;
Site da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP);
Capitão Renato Grigorovski - bombeiro militar;
Tenente Thadeu Grassi - bombeiro militar.


Fonte: Revista Condomínio & Etc.

MANUAL DE PREVENÇÃO DE COMBATE À INCÊNDIO

MANUAL DE PREVENÇÃO DE COMBATE À INCÊNDIO
(CARTILHA ORIENTATIVA)


ÍNDICE:
1 - PREVENÇÃO
1.1 Cuidados Básicos
1.2 Instalações Elétricas
1.3 Equipamentos Elétricos
1.4 Instalações de Gás
1.5 Circulação
1.6 Lavagem de Áreas Comuns

2 - MANUTENÇÃO DO SISTEMA DE SEGURANÇA
2.1 Extintores de Incêndio
2.2 Hidrantes e Mangotinhos
2.3 Instalações Fixas de Combate a Incêndios
2.4 Iluminação de Emergência
2.5 Alarme de Incêndio
2.6 Portas Corta-Fogo
2.7 Rotas de Fuga
2.8 Lixeiras
2.9 Pára-Raios

3 - EQUIPES DE EMERGÊNCIA
4 - COMBATE A INCÊNDIOS

4.1 Primeiras Providências
4.2 Métodos de Extinção do Fogo
4.3 Classes de Incêndio e Agentes Extintores
4.4 O Uso dos Hidrantes
4.5 O Uso dos Extintores

5 - ROTEIRO DE TESTES E VERIFICAÇÕES
PREVENÇÃO
As causas de um incêndio são as mais diversas: descargas elétricas, atmosféricas, sobrecarga nas instalações elétricas dos edifícios, falhas humanas (por descuido, desconhecimento ou irresponsabilidade) etc.
Os cuidados básicos para evitar e combater um incêndio, indicados a seguir, podem salvar vidas e bens patrimoniais.
CUIDADOS BÁSICOS:
Não brinque com fogo! Um cigarro mal apagado jogado descuidadamente numa lixeira pode causar uma catástrofe. Apague o cigarro antes de deixá-lo em um cinzeiro ou de jogá-lo em uma caixa de areia. Cuidado com fósforos. Habitue-se a apagar os palitos de fósforos antes de jogá-los fora. Obedeça às placas de sinalização e não fume em locais proibidos, mal ventilados ou ambientes sujeitos à alta concentração de vapores inflamáveis tais como vapores de colas e de materiais de limpeza. Evite usar espiriteira. Sua utilização é insegura. Nunca apoie velas sobre caixas de fósforos nem sobre materiais combustíveis. Não utilize a casa de força, casa de máquinas dos elevadores e a casa de bombas do prédio, como depósito de materiais e objetos. São locais importantes e perigosos, que devem estar sempre desimpedidos. As baterias devem ser instaladas em local de fácil acesso e ventilado. Não é recomendado o uso de baterias automotivas.
INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
A sobrecarga na instalação é uma das principais causas de incêndios. Se a corrente elétrica está acima do que a fiação suporta, ocorre superaquecimento dos fios, podendo dar início a um incêndio. Por isso:
· Não ligue mais de um aparelho por tomada. Esta é uma das causas de sobrecarga na instalação elétrica;
· Não faça ligações provisórias. Tome sempre cuidado com as instalações elétricas. Fios descascados quando encostam um no outro, provocam curto-circuito e faíscas. Chame um técnico qualificado para executar ou reparar as instalações elétricas ou quando encontrar um dos seguintes problemas:
ü Constante abertura dos dispositivos de proteção (disjuntores)
ü Queimas freqüentes de fusíveis;
ü Aquecimento da fiação e/ou disjuntores;
ü Quadros de distribuição com dispositivos de proteção do tipo chave-faca com fusíveis cartucho ou rolha. Substitua-os por disjuntores ou fusíveis do tipo Diazed ou NH;
ü Fiações expostas (a fiação deve estar sempre embutida em eletrodutos)
ü Lâmpadas incandescentes instaladas diretamente em torno de material combustível, pois, elas liberam grande quantidade de calor;
ü Inexistência de aterramento adequado para as instalações e equipamentos elétricos, tais como: torneiras e chuveiros elétricos, ar condicionado, etc.;
ü Evite aterrá-los em canos d'água.
ATENÇÃO: toda a instalação elétrica tem que estar de acordo com a Norma Brasileira NBR 5410 da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas)




EQUIPAMENTOS ELÉTRICOS
Antes de instalar um novo aparelho, verifique se não vai sobrecarregar o circuito. Utilize os aparelhos elétricos somente de modo especificado pelo fabricante.

INSTALAÇÕES DE GÁS

Somente pessoas habilitadas devem realizar consertos ou modificações nas instalações de gás. Sempre verifique possíveis vazamentos no botijão, trocando-o imediatamente caso constate a mínima irregularidade.
O botijão que estiver visualmente em péssimo estado deve ser imediatamente recusado. Para verificar vazamento, nunca use fósforos ou chama, apenas água e sabão. Nunca tente improvisar maneiras de eliminar vazamentos, como cera, por exemplo. Coloque os botijões sempre em locais ventilados. Sempre rosqueie o registro do botijão apenas com mas mãos, para evitar rompimento da válvula interna. Aparelhos que usam gás devem ser revisados pelo menos a cada dois anos.

Vazamento de Gás sem Chama:
Ao sentir cheiro de gás, não ligue ou desligue a luz nem aparelhos elétricos. Afaste as pessoas do local e procure ventilá-lo. Feche o registro de gás para restringir o combustível e o risco de propagação mais rápida do incêndio. Não há perigo de explosão do botijão ao fechar o registro. Se possível, leve o botijão para local aberto e ventilado.

Vazamento de Gás com Chama:
Feche o registro e gás. Retire todo o material combustível que esteja próximo do fogo.

Incêndio com Botijão no Local:
Se possível, retire o botijão do local antes que o fogo possa atingí-lo.
Em todas essas situações, chame os BOMBEIROS - telefone 193.


CIRCULAÇÃO:

Mantenha sempre desobstruídos corredores, escadas e saídas de emergência, sem vasos, tambores ou sacos de lixo. Jamais utilize corredores, escadas e saídas de emergência como depósito, mesmo que seja provisoriamente. Nunca guarde produtos inflamáveis nesses locais. As coletas de lixo devem ser bem planejadas para não comprometer o abandono do edifício em caso de emergência. As portas corta-fogo não devem Ter trincos ou cadeados. Conheça bem o edifício em que você circula, mora ou trabalha, principalmente os meios de escape e as rotas de fuga.

LAVAGEM DE ÁREAS COMUNS
Evite sempre que águas de lavagem atinjam os circuitos elétricos e/ou enferrujem as bases das portas corta-fogo. Não permita jamais que a água se infiltre pelas portas dos elevadores, pois isso pode provocar sérios acidentes.

MANUTENÇÃO DO SISTEMA DE SEGURANÇA

EXTINTORES DE INCÊNDIO:

Os extintores de incêndio devem ser apropriados para o local a ser protegido.
Verifique constantemente se:
· acesso aos extintores não está obstruído;
· manômetros indica pressurização (faixa verde ou amarela);
· aparelho não apresenta vazamento;
· Os bicos e válvulas da tampa estão desentupidos;
· Leve qualquer irregularidade ao conhecimento do responsável para que a situação seja rapidamente sanada

A recarga do extintor deve ser feita:
· Imediatamente após ter sido utilizado;
· Caso esteja despressurizado (manômetro na faixa vermelha)
· Após ser submetido a este hidrostático;
· Caso o material esteja empedrado.
Tais procedimentos devem ser verificados pelo zelador e fiscalizado por todos.

Mesmo não tendo sido usado o extintor, a recarga deve ser feita:
· Após 1 (um) ano: tipo espuma;
· Após 3 (rês) anos: tipo Pós Químico Seco e Água Pressurizada;
· Semestralmente: se houver diferença de peso que exceda 5% (tipo Pó Químico Seco e Água Pressurizada), ou 10% (tipo CO2);
Esvazie os extintores antes de enviá-los para recarga;
Programe a recarga de forma a não deixar os locais desprotegidos;
A época de recarga deve ser aproveitada para treinar as equipes de emergência.
O Corpo de Bombeiros exige uma inspeção anual de todos os extintores, além dos testes hidrostáticos a cada cinco anos, por firma habilitada. Devem ser recarregados os extintores em que forem constatados vazamentos, diminuição de carga ou pressão e vencimento de carga.

HIDRANTES E MANGOTINHOS
IMPORTANTE: Para recarga ou teste hidrostático escolha uma firma IDÔNEA.
Os hidrantes e mangotinhos devem ser mantidos sempre bem sinalizados e desobstruídos.


A caixa de incêndio contém:
· Registro globo com adaptador, mangueira aduchada (enrolada pelo meio) ou ziguezague, esguicho regulável (desde que haja condição técnica para seu uso), ou agulheta, duas chaves para engate e cesto móvel para acondicionar a mangueira.
· mangotinho deve ser enrolado em "oito" ou em camadas nos carretéis e pode ser usado por uma pessoa apenas. Seu abrigo deve ser de chapa metálica e dispor de ventilação.


Verifique se:
a) A mangueira está com os acoplamentos enrolados para fora, facilitando o engate no registro e no esguicho;
b) A mangueira está desconectada do registro;
c) estado geral da mangueira é bom, desenrole-a e cheque se não tem nós, furos, trechos desfiados, ressecados ou desgastados;
d) registro apresenta vazamento ou está com o volante emperrado;
e) Há juntas amassadas;
f) Há água no interior das mangueiras ou no interior da caixa hidrante, o que provocará o apodrecimento da mangueira e a oxidação da caixa.
ATENÇÃO: Nunca jogue água sobre instalações elétricas energizadas.
· Nunca deixe fechado o registro geral do barrilete do reservatório d'água. (O registro geral do sistema de hidrantes localiza-se junto à saída do reservatório d'água).
· Se for preciso fazer reparo na rede, certifique-se de que, após o término do serviço, o registro permaneça aberto.
· Se a bomba de pressurização não der partida automática, é necessário dar partida manual no painel central, que fica próximo à bomba de incêndio.
· Nunca utilize a mangueira dos hidrantes para lavar pisos ou regar jardins.
· Mantenha sempre em ordem a instalação hidráulica de emergência, com auxílio de profissionais especializados.

INSTALAÇÕES FIXAS DE COMBATE A INCÊNDIO
As instalações fixas de combate a incêndios destinam-se a detectar o início do fogo e resfriá-lo.

Os tipos são:
a) Detector de fumaça;
b) Detector de temperatura;
c) Detector de chama;
d) Chuveiro automático: redes de pequenos chuveiros no teto dos ambientes;


e) Dilúvio : gera um nevoeiro d'água;
f) Cortina d'água: rede de pequenos chuveiro afixados no teto, alinhados para, quando acionados, formar uma cortina d'água;
g) Resfriamento: rede de pequenos chuveiros instalados ao redor e no topo de tanques de gás, petróleo, gasolina e álcool. Geralmente são usados em áreas industriais;
h) Halon: a partir de posições tomadas pelo Ministério da Saúde, o Corpo de Bombeiros tem recomendado a não utilização desse sistema, uma vez que seu agente é composto de CFC, destruidor da camada de ozônio.


ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA

A iluminação de emergência, que entra em funcionamento quando falta energia elétrica, pode ser alimentada por gerador ou bateria e acumuladores (não automotiva).
A iluminação de emergência é obrigatória nos elevadores.
Faça constantemente a revisão dos pontos de iluminação.

Baterias:
As baterias devem ser instaladas acima do piso e afastadas da parede, em local seco, ventilado e sinalizado.
Providencie a manutenção periódica das baterias, de acordo com as indicações do fabricante; devem ser verificados seus terminais (pólos) e a densidade do eletrólito.


ALARME DE INCÊNDIO

Os alarmes de incêndio podem ser manuais ou automáticos. Os detectores de fumaça, de calor ou de temperatura acionam automaticamente os alarmes.
O alarme deve ser audível em todos os setores da área abrangida pelo sistema de segurança.
As verificações nos alarmes precisam ser feitas periodicamente, seguindo as instruções do fabricante.
A edificação deve contar com um plano de ação para otimizar os procedimentos de abandono do local, quando do acionamento do alarme.

Sistema de Som e Interfonia
Os sistemas de som e interfonia devem ser incluídos no plano de abandono do local e devem ser verificados e mantidos em funcionamento de acordo com as recomendações do fabricante.


PORTAS CORTA-FOGO

As portas corta-fogo são próprias para isolamento e proteção das rotas de fuga, retardando a propagação do fogo e da fumaça.
Elas devem resistir ao calor por 60 minutos, no mínimo (verifique se está afixado o selo de conformidade com a ABNT). Toda porta corta-fogo deve abrir sempre no sentido de saída das pessoas.



Seu fechamento deve ser completo. Além disso, elas nunca devem ser trancadas com cadeados ou fechaduras e não devem ser usados calços, cunhas ou qualquer outro artifício para mantê-las abertas. Não se esqueça de verificar constantemente o estado das molas, maçanetas, trincos e folhas da porta.


ROTAS DE FUGA

Corredores, escadas, rampas, passagens entre prédios geminados e saídas, são rotas de fuga e estas devem sempre ser mantidas desobstruídas e bem sinalizadas.
IMPORTANTE: Conheça a localização das saídas de emergência das edificações que adentrar.
Só utilize áreas de emergência no topo dos edifícios e as passarelas entre prédios vizinhos na total impossibilidade de se utilizar a escada de incêndio.
As passarelas entre prédios tem que estar em paredes cegas ou isoladas das chamas.
LEMBRE-SE: é sempre aconselhável DESCER.


LIXEIRAS

As portas dos dutos das lixeiras devem estar fechadas com alvenaria, sem possibilidade de abertura, para não permitir a passagem da fumaça ou gases para as áreas da escada ou entre andares do edifício.

PÁRA-RAIOS

Os pára-raios deve ser o ponto mais alto do edifício. Massas metálicas como torres, antenas, guarda-corpos, painéis de propaganda e sinalização devem ser interligadas aos cabos de descida do pára-raios, integrando o sistema de proteção contra descargas elétricas atmosféricas. O pára-raios deve estar funcionando adequadamente. Caso contrário, haverá inversão da descarga para as massas metálicas que estiverem em contato com o cabo do pára-raios.
Os pára-raios podem ser do tipo FRANKLIN ou GAIOLA DE FARADAY. O tipo Radioativo/Iônico tem sua instalação condenada devido à sua carga radioativa e por não Ter eficiência adequada. A manutenção dos pára-raios deve ser feita anualmente, por empresas especializadas, conforme instrução do fabricante. É preciso observar a resistência ôhmica do aterramento entre elétrodos e a terra (máximo de 10 ohm), ou logo após a queda do raio.


EQUIPE DE EMERGÊNCIA
A equipe de emergência é a Brigada de Combate a Incêndio. Ë uma equipe formada por pessoas treinadas com conhecimento sobre prevenção contra incêndio, abandono de edificação, pronto-socorro e devidamente dimensionada de acordo com a população existente na edificação.

Cabe à esta equipe a vistoria semestral nos equipamentos de prevenção e combate a incêndios, assim como o treinamento de abandono de prédio pelos moradores e usuários.
A relação das pessoas com dificuldade de locomoção, permanente ou temporária, deve ser atualizada constantemente e os procedimentos necessários para a retirada dessas pessoas em situações de emergência devem ser previamente definidos. A equipe de emergência deve garantir a saída dos ocupantes do prédio de acordo com o "Plano de Abandono", não se esquecendo de verificar a existência de retardatários em sanitários, salas e corredores. O sistema de alto-falantes ajuda a orientar a saída de pessoas; o locutor recebe treinamento e precisa se empenhar para impedir o pânico. A relação e localização dos membros da equipe de emergência deve ser conhecida por todos os usuários.


COMBATE A INCÊNDIOS

PRIMEIRAS PROVIDÊNCIAS

O perceber um princípio de incêndio, acione imediatamente o alarme e aja de acordo com o plano de evacuação. Logo a seguir, chame o Corpo de Bombeiros pelo TELEFONE 193.
A uma ordem da Equipe de Emergência, encaminhe-se sem correria, para a saída indicada e desça (NÃO SUBA) pela escada de segurança. NUNCA USE OS ELEVADORES.
Se tiver que atravessar uma região em chamas, procure envolver o corpo com algum tecido molhado não-sintético. Isso dará proteção ao seu corpo e evitará que se desidrate. Proteja os olhos e a respiração; são as partes mais sensíveis, que a fumaça provocada pelo fogo pode atingir primeiro. Use máscara de proteção ou, no mínimo, uma toalha molhada no rosto.


MÉTODOS DE EXTINÇÃO DO FOGO

Há três meios de extinguir o fogo:
Abafamento:
Consiste em eliminar o comburente (oxigênio) da queima, fazendo com que ela enfraqueça até apagar-se. Para exemplificar, basta lembrar que quando se está fritando um bife e o óleo liberado entra em combustão, a chama é eliminada pelo abafamento ao se colocar a tampa na frigideira. Reduziu-se a quantidade de oxigênio existente na superfície da fritura. Incêndios em cestos e lixo podem ser abafados com toalhas molhadas de pano não-sintético. Extintores de CO2 são eficazes para provocar o abafamento.

Retirada do Material:
Há duas opções de ação na retirada de material:
a) Retirar o material que está queimando, a fim de evitar que o fogo se propague;
b) Retirar o material que está próximo ao fogo, efetuando um isolamento para que as chamas não tomem grandes proporções.



Resfriamento:
O resfriamento consiste em tirar o calor do material. Para isso, usa-se um agente extintor que reduza a temperatura do material em chamas. O agente mais usado para combater incêndios por resfriamento 'a água.


CLASSES DE INCÊNDIO E AGENTES EXTINTORES

Quase todos os materiais são combustíveis; no entanto, devido a diferença na sua composição, queimam de formas diferentes e exigem maneiras diversas de extinção do fogo. Convencionou-se dividir os incêndios em quatro classes.
Veja TABELA DE CLASSES A SEGUIR:

TABELA DE CLASSES DE INCÊNDIO E DOS AGENTES EXTINTORES MAIS USADOS

CLASSES DE INCÊNDIO TIPOS DE EXTINTORES ÁGUA PRESSURIZADA GÁSCARBÔNICO ESPUMA PÓQUÍMICO SECO
"A"De superfície e profundidade planos: lixo, fibras, papéis, madeiras etc. SIMExcelente eficiência NÃONão tem eficiência NÃOInsuficiente NÃONão tem eficiência
"B"De superfície Querosene:Gasolina, óleos, tintas, graxa, gases, etc. NÃONão tem eficiência SIMBoa eficiência SIMÓtima eficiência jogar indiretamente SIMÓtima eficiência
"C"Equipamentos elétricos energizados NÃONão tem eficiência SIMÓtima eficiência NÃOPerigoso, conduz eletricidade SIMBoa eficiência, contudo, pode causar danos em equipamentos danificados
"D"Materiais pirofóricos:Motores de carro. NÃOObs.: poderá ser usado água em último caso (se não houver PQS) NÃO NÃO SIM
COMO OPERÁ-LOS a) Puxe a trava, rompendo o lacreb) Aperte o gatilhoc) Dirija o jato à base do fogo a) Retire o grampob) Aperte o gatilhoc) Dirija o jato à base do fogo a) Vire o aparelho com a tampa para baixob) Dirija o jato à base do fogo a) Puxe a trava, rompendo o lacre ou acione a válvula do cilindro de gás (pressurizável)b) Aperte o gatilho ou empunhe a pistola difusorac) Ataque o fogo
EFEITO Resfriamento Abafamento Abafamento e Resfriamento Abafamento

O USO DOS HIDRANTES

São necessárias, no mínimo, duas pessoas para manusear a mangueira de um hidrante. A mangueira deve ser acondicionada na caixa de hidrante em função do espaço disponível para manuseá-la, a fim de facilitar sua montagem para o combate ao fogo.
O USO DOS EXTINTORES
Instruções para o uso de extintor de água pressurizada. Repare se no extintor tem tudo o que está descrito:

1. Etiqueta ABNT
2. Etiqueta de advertência
3. Etiqueta indicativa de operação
4. Recipiente
5. Bico ejetor
6. Orifício para alívio de pressão
7. Tampa com junta de vedação interna
8. Cilindro e gás
9. Etiqueta indicativa de classe


1. Etiqueta ABNT
2. Etiqueta de advertência
3. Etiqueta indicativa de operação
4. Recipiente
5. Tubo sifão
6. Manômetro
7. Gatilho
8. Difusor
9. Mangueira
10. Alça de transporte
11. Trava de segurança
12. Etiqueta indicativa da classe

IMPORTANTE:
1. O extintor de água pressurizada é indicado para aplicações em incêndio "CLASSE A";
2. Por serem condutoras de eletricidade, a água e a espuma não podem ser utilizadas em incêndios de equipamentos elétricos energizados (ligados na tomada). A água e a espuma podem provocar curto-circuitos;
3. O extintor de água pressurizada não é indicado para combate a incêndio em álcool ou similar. Nesse caso, o agente extintor indicado é o Pó Químico.




Extintores de Espuma
A espuma é um agente indicado para aplicação em incêndios "CLASSE A e CLASSE B". Os extintores têm prazo máximo de utilização de cinco anos, dentro da validade da carga e/ou do recipiente.

Instruções para uso do Extintor de Espuma
1. Leve o aparelho até o local do fogo;
2. Inverta a posição do extintor (FUNDO PARA CIMA)
3. Dirija o jato contra a base do fogo
Obs.: Se o jato de espuma não sair, revire-o uma ou duas vezes, para reativar a mistura.

Gás Carbônico
O gás carbônico, também conhecido como dióxido de carbono ou CO2, é mau condutor de eletricidade e, por isso, indicado em incêndios "CLASSE C". Cria ao redor do corpo em chamas uma atmosfera pobre em oxigênio, impedindo a continuação da combustão.
É indicado também para combater incêndios da "CLASSE B", de pequenas proporções.

Instruções para o uso do Extintor de CO2
1. Retire o pino de segurança que trava o gatilho
2. Aperte o gatilho e dirija o jato à base do fogo.

Pó Químico Seco (PQS)
O extintor de Pó Químico Seco é recomendado para incêndio em líquidos inflamáveis ("CLASSE B"), inclusive aqueles que se queimam quando aquecidos acima de 120º C, e para incêndios em equipamentos elétricos ("CLASSE C").
O extintor de Pó Químico Seco pode ser pressurizável

Instruções para uso do Extintor de Pó Químico Seco Pressurizável
1. Puxe a trava de segurança para trás ou gire o registro do cilindro (ou garrafa) para a esquerda, quando o extintor for de Pó Químico com pressão injetável
2. Aperte o gatilho
3. Dirija o jato contra a base do fogo procurando cobrir toda a área atingida com movimentação rápida.


ROTEIRO DE TESTES E VERIFICAÇÕES
Estes são os cuidados básicos que você deve tomar para evitar o fogo e estas são as providências necessárias em caso de incêndio.
Para obter informações mais detalhadas quanto à segurança de seu edifício, procure o CONTRU, ou o Serviço de Atividades Técnicas do Corpo de Bombeiros.
Você receberá toda a orientação para prevenção e manutenção dos sistemas de proteção contra incêndios.



EQUIPAMENTOSINSTALAÇÃO-SERVIÇO VERIFICAÇÕES ETESTES PERIODICIDADE
Rotas de Fuga Desobstrução Diária
Portas Corta-Fogo Fechamento Diária
Lubrificação, calibragem, vedação, oxidação Semestral
Pressurização/Exaustão Funcionamento Mensal
Instalação Elétrica Verificação geral Mensal
Carga Incêndio Quanto a materiais manipulados/estocados (industrial/comercial) Diária
Pára-Raios Verificação geral Anual
Após reparos reformas Semestral
Sinais de corrosão e após descargas atmosféricas Corrigir de imediato
Iluminação de Emergência Funcionamento, aclaramento, balizamento Semanal
Funcionamento do sistema por uma hora Trimestral
Detecção Funcionamento: baterias e mediação Conforme indicação do fabricante
Alarme Funcionamento e audibilidade Semanal
Carga de baterias ou gerador Trimestral
Extintores Verificação: obstrução, lacre, manômetro, vazamentos, bicos e válvulas Diária
Recarga: após utilização, se despressurizado, material empedrado e após teste hidrostático De imediato
Mesmo se não usado· Tipo espuma Anual
· Tipo pó químico e água Anual
Se houver diferença de peso que exceda:· 50% tipo pó químico e água Anual
· 10% tipo CO2 Anual
Teste hidrostático Quinzenal
Hidrantes Funcionamento, registro de recalque, registro globo, esguicho, mangueiras Mensal
Instalações Fixas Automáticas (SPRINKLER) Depende do tipo Conforme indicação do fabricante